Miro 26.08.2012
Perdido na oca da agonia
carregando pesos e fantasmas
entre musgos e morcegos
sem remédios e sem veias…
A mercê de qualquer mixaria
sentado na lama dos sapatos
com os pés cheios de feridas
sem forças e sem meias…
Sugando um ar rarefeito
húmido asco de sacos usados
que dá ao peito... ransos em teias!
Mas o coração se agita no peito
e grita um querer alucinado
fugindo nú... de tuas cadeias!
Lisboa e eu
Há 5 anos